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Uma boa inspiração não aproveitada, é a maior prova de egoísmo que pode ser dada...e a má quando aproveitada ?








Gostaria de ser dono da razão, para poder ordena-la que me liberte.







Por sempre usar a razão e nunca a emoção... hoje é ela, a razão, quem me usa...




sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Nadando no nada...

Escorrer por um rio subterrâneo, de repente você escorre, não sabe bem ao certo como foi parar ali, talvez só por ter se deixado levar pela corrente, após uma um caldo ou outro afundar não assusta mais, a adrenalina cessa, beira a monotonia, os olhos se acostumam ao escuro, você sabe que consegue sair se melhorar o nado....sabe?! ...como saber, e a corrente aumenta as paredes estreitam, os caldos são mais freqüentes e mais fundos, já não se enxerga mais a luz fraca e tremula outrora ali, aquela que entrava pelo buraco que você adentrou... a adrenalina antecede a angustia, tenta-se nadar as braçadas, mas pernas que ajudavam agora pesam, afundando os pés não tocam o fundo, o coração perde o ritmo, a cabeça manda, o corpo não tem mais forças, acredito que a cabeça quer(é a fé) mas o corpo já desistiu, então você bóia a meia água com a corrente, meio que girando no movimento da água, ao levantar a cabeça, com a força que resta em um olhar você enxerga a luz, é a saída... a angustia passa e você aceita, o coração normaliza e com um sorriso nos lábios e envolto a uma sensação de paz...você afunda...