
“Chorar e guardar luto é sinal de apreço e respeito, mas não conformar-se com a morte é um sinal de insubordinação a Deus...” (William Shakespeare)
Uma lagrima curva-se em fim
Vertendo, rola, escorre, foge assim
O nó que aperta o pescoço
O sal no gosto
A dor mistura-se a sinceridade
A dor, o consolo, a amizade
É o fim de toda vaidade
E a hipocrisia encontra o destino
Resta o amor, o divino
Vácuo toma conta da matéria
A vida é efêmera, uma espera
A lagrima umedece o rosto
Ao centro resta apenas esboço
A ultima balada soou
No corpo, só o corpo restou
A alma livre desimpedida
Reverencia a vida.
“O epitáfio é a última vaidade do homem.” (Axel Oxenstiern)
Pobre daquele que a morte é o fim...
Se o for...é por que sempre pensou assim...
Passant, ne pleure pas ma mort
ResponderExcluirSi je vivais tu serais mort.
(epitáfio de Robespierre)
Tudo é relativo...