
Bem aqui estou, tentando escrever, sem saber o que, não me vem nada a mente. Provavelmente seja efeito da ressaca, mas quem sabe... pensei em escrever sobre o nada, mas nada. Então lembrei de um bom filme, Encontrando Forrester: “Vá em frente...Escreva...Nada de pensar, isso vem depois...Você escreve a primeira versão com o coração...e reescreve com o cérebro...O primeiro segredo para escrever é escrever...Não pensar...”
Então só o que tenho é falta de inspiração, escrevo sobre. Se sair uma porcaria ao menos saiu...
Bandida inspiração
Volúvel entre razão e emoção
As vezes poema as vezes canção
Atormenta mentes confusas
Dá e toma as musas
Mostra-me a razão dura
Em sua árdua procura
A me notar a sua espreita
Foges e me rejeita
Afasta-se como a me ver sujo
Procura-me quando fujo
De tanto desejo
Olho mas não a vejo
Idéias entre boas e más
Esporadicamente me tomas
Exemplifica ao homem a altura
Derruba-o até a loucura
Enquanto mais o aperta
Maiores as proporções que liberta
Em relação a vida
É mãe ou homicida
Dependente de cada momento
Condiciona o pensamento
Quando tenta um organizar
Redefine o anarquizar
Apesar do amor em juras
Lança-me a torturas
Quando a esperança desfalece
Apoia com uma antiga prece
Enquanto a desculpas diz não
Curva-se perante o perdão
Neste estranho vai e vem
Deixa a certeza, a qual não tem
Aleatoriamente em modos estranhos
É a beleza, da infância os sonhos
Entende-la gera tormentos
Influencia brusca aos sentimentos
Creio que não se consegue defini-la
Contudo deve-se sempre senti-la
Ao contrário seria mais que falta de sorte
É ser fraco e se achar forte.
É estar no sul e querer o norte
É duvida entre o ter e o ser.
Em vida temer a morte
É por medo de sofrer
Não viver.
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